PATRÍCULA ELEMENTAR

«A nossa pequena pátria, a nossa patrícula.» B. Vian

Autores

António Vitorino (n. 1963) fez a sua formação no antigo Centro Cultural de Almada, entre 1981 e 1987. Foi jornalista profissional entre 1992 e antonio_vitorino_032002, tendo trabalhado em diversos órgãos de comunicação social do distrito de Setúbal. Foi chefe de redacção num semanário em Portalegre. É editor de uma publicação alternativa de poesia (Debaixo do Bulcão poezine). Como produtor de conteúdos informativos para a Internet, foi responsável, entre 2007 e 2009, pelos blogues Almada Cultural e Almada Cultural (por extenso). Está representado em Almada, Gente Nossa Vol. III (Artur Vaz, 2011 – entrevistado pelo autor) e em Gente de Letras com Vínculo a Almada (edição SCALA, 2004). Tem textos poéticos dispersos por várias publicações e um livro publicado (O Ciclo da Serpente, poemas de 1989, edição de 2009). ¤

Carlos Ribeiro (n. 1962) Advogado (ainda) no activo. Era miúdo, Adriano Correia de Oliveira ofereceu-lhe uma guitarra, um pouco mal tratada de tanto uso, só para “dar uns toques”. A partir daí, depois de um curso de aprendizagem rápida, tornouOLYMPUS DIGITAL CAMERA-se baixista, tendo colaborado em diversos projectos musicais e áreas adjacentes mais ou menos obscuros, sem outro interesse que não o do prazer do uso e da fruição musical. Bem ou mal, a opção pela advocacia não o desviou do interesse e da curiosidade, às vezes confessadamente doentia, pela descoberta dos músicos e das músicas, sem confinamentos de época, de género ou de geografia. Abdicar da liberdade da criação musical enquanto direito fundamental, significaria condená-la à morte. ¤


Céu Guarda
(n. 1960) estudou Fotografia na AR.CO e Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, onde também desenvolveu projectos em vídeo. Começou a trabalhar na imprensa escrita por acaso, primeiro como ilustradora, depois como fotógrafa, e mais tarde como editora de fotografia. Colaborou com várias publicações portuguesas e estrangeiras. Foi fotógrafa do quadro do jornal O Independente e editora de Fotografia do jornal i, do qual fez parte da equipa fundadora. Desenvolveu projectos expositivos e editoriais com outros fotceu_02ógrafos e artistas. Foi co-fundadora da Kameraphoto e da KGaleria, um projecto colectivo em que trabalhou durante mais de uma década. Expõe regularmente dentro e fora do País e está representada em várias colecções. Participa em conferências desde 2003. Actualmente é fotógrafa independente, faz pesquisa fotográfica documental e ensina Fotografia. ¤

José Xavier Ezequiel (n. 1962) tem ganho a vida como redactor publicitário e jornalista intermitente. Trabalhou em agênczxavier_02ias de vão de escada que ninguém conhece e em grandes multinacionais como a BBDO ou a Leo Burnett. Escreveu, com o mesmo prazer, quer em fanzines fotocopiados e agrafados, quer em revistas a cores n’O Independente ou no Diário Económico. Publicou o folhetim electrónico hiperfuturista FUTURABOLD 1.0 e o romance em papel Fados & Desgarrados. Quando era mais jovem chegou a ser funcionário público durante quatro anos. Não aguentou o ritmo alucinante do relógio de ponto e resolveu mudar de vida. Ainda hoje se pergunta porque diabo desistiu de uma carreira sossegada na administração pública. ¤

Paulo GuinPG2ote (n. 1965) é professor do Ensino Básico com gosto e sem dramas de ser corporativista. Historiador por formação e investigador quando o empregador e a vida o permitem, publicou alguns livros como Quotidianos Femininos, 1900-1933As Armadas da Carreira da Índia, 1497-1835Afonso Costa, o Orador Parlamentar, 1900-1917. Não tem grandes fés ou credos inabaláveis, nem sequer cartão de militante do Sporting. Anda por blogues há uma dúzia de anos, em tempos de forma clandestina, mas na última década em nome próprio. Raramente entra em colectivos, pelo que as excepções devem ser acarinhadas. ¤

le_rouge_et_le_blancSarah Adamopoulos (n. 1964) foi jornalista profissional. Desde 2008 que se dedica sobretudo aos livros (a escrevê-los, editá-los, traduzi-los, por vezes revê-los, etc.), com destaque para os chamados projectos especiais (livros grandes, por vezes de vertente historiográfica, requerendo equipas de profissionais). Anda pelos blogues desde 2003, lugares de eleição para a escrita rápida e para o debate de sociedade. Escreve sobre jornalismo e junta esses textos aqui. Publicou vários livros, entre os quais Fado menor (ficção, 2005) e Voltar – memória do colonialismo e da descolonização (investigação historiográfica, 2012). Traduziu, entre outros, o primeiro grande estudo económico sobre a desigualdade no Mundo publicado no século XXI (O capital no século XXI, de Thomas Piketty). Trabalhou com Joaquim Benite nas edições da Companhia de Teatro de Almada. Tem sempre peças de teatro e poemas na cabeça. Idealista sem complexos, pensa que a Educação e a Cultura são os dois únicos grandes motores de mobilidade social no longo termo e dois caminhos certos para o efectivo desenvolvimento das sociedades humanas. ¤

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