PATRÍCULA ELEMENTAR

«A nossa pequena pátria, a nossa patrícula.» B. Vian

E Se?

O rigor germânico tivesse tanto de verdade quanto de artifício? Porque atrás do casotóxico da empresa emblemática do regime há quase um século, temos agora o caso do banco que quase todos gostam de fazer passar pela rocha firme no meio do temporal. Os prejuízos são a uma escala impressionante – ao que parece já não estão a conseguir sugar tanto dinheiro lá pela Grécia –  levando a operações nos mercadospara tentar salvar a contabilidade, embora com escassos resultados.

Não deixa de ser pasmoso – ou não, atendendo à genialidade já percebida dos reguladores nacionais, mais preocupados em agradar e parecer bem do que em fazer bem – que o Banco de Portugal recorra exactamente ao Deutsche Bank neste momento para ajudar na venda do Novo Banco.

Sempre é dinheiro que entrará em caixa e sempre pode ser que os amigos alemãesfaçam com este costa o que fizeram com aquele constâncio. Os medíocres parecem ser sempre recompensados pelos serviços prestados. a quem é que nem sempre se percebe. Ou percebe, mas é melhor não fazer muitas ondas.

Mercearia

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About Paulo Guinote

Professor quando me deixam. Investigador quando posso.

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This entry was posted on 18 de Fevereiro de 2016 by in Economia, Europa, Linha de desmontagem, Patrícula elementar.

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