PATRÍCULA ELEMENTAR

«A nossa pequena pátria, a nossa patrícula.» B. Vian

Carnaval

Uns mascaram-se com escasso pudor com o manto da social-democracia, que em tempos consideravam ser um resquício de um passado a refundar. Outros apresentam um orçamento que retira com uma mão (impostos indirectos sobre o consumo, que se dizia ser a chave da retoma) pelas costas o que parece dar com a outra pela frente (IRS, sobretaxa).

Fingimos que a TAP voltou a ser nossa e o CDS finge que é o que era e ao mesmo tempo outra coisa, uma especialidade do Caldas, que não das Caldas. Ou… pensando bem… O Bloco é contra uma série de coisas, mas a favor das mesmas ou outras parecidas quando se tratar de votar, o PCP tenta perceber como safar-se de algo em que justamente se meteu, mas de que não pode sair sem ser com imagem pública de injustiça.

O Carnaval é entre nós um estado de permanência, não precisamos da época oficial, ela própria uma transfiguração das velhas bacanais romanas, algo muito mais apropriado a todas as nossas estações do ano político.

Joker

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About Paulo Guinote

Professor quando me deixam. Investigador quando posso.

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This entry was posted on 8 de Fevereiro de 2016 by in Patrícula elementar, Política nacional.

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